SOBRE

DANIEL AARÃO REIS é Graduado e Mestrado em História na Université de Paris VII (1975 e 1976). Doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1987). É professor titular de História Contemporânea da Universidade Federal Fluminense e Pesquisador 1A do CNPq. Desenvolve atualmente duas linhas de pesquisa: Os intelectuais russos e as modernidades alternativas (séculos XIX e XX), onde tem trabalhado com as relações entre literatura e história; e História da Cultura Política Nacional-Estatista no Brasil (1937 aos dias atuais). Temas principais de reflexão: Intelectuais, política, literatura, revoluções socialistas, nacional-estatismo no Brasil.

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DADOS PROFISSIONAIS

Graduação em História: Universidade Paris VII-Jussieu, 1974 

Mestrado em História: Universidade Paris VII-Jussieu, 1976 

 

Doutorado em História Social: Universidade de São Paulo/USP, 1987 

 

Professor Titular de História Contemporânea - Depto. de História da Universidade Federal Fluminense, 1995 

 

Pesquisador do CNPq, 1A  

 

Participante do Núcleo de Estudos Contemporâneos - Depto. De História da Universidade Federal Fluminense 

 

Participante do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense

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.Prêmios Cientistas de Nosso Estado: 2004-2005; 2006-2007, 2007-2008, 2008-2011 e 2012-2016 e 2019-2022

LINHAS DE PESQUISA

1.

As complexas relações entre Estado e intelectuais na Rússia/URSS - séculos XIX e XX. Bolsa do CNPq, 1A

Objetivo: Evidenciar, em várias conjunturas, que os intelectuais não são vítimas passivas do Estado, mas interagem com o mesmo, usufruindo condições de trabalho e margens significativas de atuação, o que não significa que não sejam objeto de perseguições políticas e condenaçòes. A pesquisa é apoiada por bolsa do CNPq 1A.
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Educação.
Palavras-chave: URSS; Rússia; Intelectuais; intelectocratas; Estado.

 

2.

As guerras civis na Rússia (1917-1921): as bases do socialismo autoritário na URSS

Objetivo: Propor a reconsideração da importância das guerras civis na Rússia (1918/1921) no estabelecimento das bases autoritárias do socialismo soviético. A pesquisa engloba cinco revoluções entre 1905 e 1921 (a de 1905, as de fevereiro e outubro de 1917, as guerras civis consideradas uma nova revolução - 1918/1921 - e a revolução de Kronstadt (1921) como última hipótese - perdida - de um socialismo democrático. Apoiada em pesquisas realizadas na Hoover Institution (Univ. de Stanford) e no INALCO (Paris..
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Educação.
Palavras-chave: Rússia; DITADURA; guerras civis; socialismo autoritário.

3

Tradições nacional-estatistas no Brasil: Do estado novo (1937-1945) aos governos petistas (2002-2016)

 

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